A cirurgia de remoção do cisto sebáceo, tecnicamente chamado de cisto epidérmico, é um procedimento simples e frequente, indicado quando esse nódulo — formado pelo acúmulo de queratina e sebo sob a pele — apresenta crescimento, dor ou sinais de inflamação. O procedimento cirúrgico consiste na exérese completa da cápsula que envolve o cisto, sendo realizado geralmente sob anestesia local. A técnica prioriza a retirada integral da lesão para evitar a sua recorrência e garantir uma cicatrização estética e funcional para o paciente.
O procedimento é indicado na presença de nódulos gordurosos que apresentam aumento progressivo de volume, dor à palpação ou incômodo estético e consiste na remoção cirúrgica da massa de gordura preservando os tecidos saudáveis ao redor. A cirurgia é necessária, pois, embora o lipoma seja benigno, ele pode crescer a ponto de comprimir nervos periféricos, causar restrição de movimentos em certas articulações ou tornar-se endurecido, dificultando a diferenciação clínica de outras lesões mais complexas.
O pós-operatório é tipicamente rápido e com baixo índice de desconforto, consistindo no repouso relativo da área operada e na manutenção do curativo limpo e seco conforme orientação médica. Os cuidados são necessários, pois a correta compressão do local evita a formação de seromas (acúmulo de líquido) ou hematomas no espaço onde o lipoma estava alojado, garantindo que a cicatrização ocorra de forma plana e discreta, com retorno às atividades físicas geralmente em poucos dias.
A consulta com o cirurgião é recomendada ao identificar qualquer abaulamento sob a pele que seja móvel ao toque ou que esteja aumentando de tamanho, consistindo em um exame clínico detalhado e, se necessário, exames de imagem como ultrassonografia. A procura especializada é necessária, pois nódulos que se tornam fixos (não se movem ao toque), que crescem muito rapidamente ou que causam dor persistente devem ser avaliados precocemente para o planejamento cirúrgico adequado e para a confirmação da natureza benigna da lesão.
Mito! Na verdade, tentar espremer o cisto pode empurrar a queratina e o sebo para camadas mais profundas da pele, causando uma inflamação grave ou infecção (abscesso). Além disso, como a cápsula que envolve o conteúdo não é removida sem cirurgia, o cisto fatalmente voltará a encher em pouco tempo.
Mito! Na verdade, o cisto sebáceo (ou epidérmico) é uma lesão benigna por natureza e não tem relação com o câncer. No entanto, a remoção cirúrgica é recomendada para evitar o desconforto estético e, principalmente, as crises de infecção e dor que podem ocorrer caso o nódulo sofra algum trauma ou inflamação.
Depende! Na verdade, o tamanho da cicatriz está diretamente relacionado ao tamanho do cisto no momento da operação. Por isso, a indicação é remover a lesão enquanto ela ainda é pequena, permitindo uma incisão menor, pontos mais delicados e um resultado estético superior, evitando que o cisto inflame e torne a cirurgia mais complexa.
Me formei em medicina em 2013 pela faculdade de medicina de Souza Marques – RJ. Após os 6 anos de faculdade fiz duas residências médicas; cirurgia geral e videocirurgia, no Hospital Orêncio de Freitas e Hospital Federal da Lagoa.
Continuei me aprimorando ao trabalhar nos grandes centros de trauma do Rio de Janeiro e fazendo uma nova especilização em Endoscopia Digestiva
Após as especializações permaneci mais 6 anos como preceptor dos médicos residentes de cirurgia geral e dos alunos de graduação em medicina. Período no qual aprendi uma das coisas que mais gosto de fazer até hoje – orientar os mais jovens na arte e ciência da cirurgia. Durante esse período também, aprimorei as técnicas de cirurgia laparoscópica gastrointestinal que permitem tratamento de doenças complexas de forma minimamente invasiva.
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